terça-feira, 24 de setembro de 2013

Sonhar não é impossível- Capitulo 1

Ela o odeia. Ele a odeia. Ambos se detestam.

Demetria, mais conhecida como Demi, tem 17 anos, uma garota não muito comum como as outras da sua idade, sempre gostou de se isolar-se, sua cor preferida é preto, pois para ela essa cor traz solidão. Apaixonada por rock. Seu rosto, corpo e seus cabelos ruivos brilhantes são de dar inveja em qualquer uma. Mas ninguém se metia com ela, sabiam da fama que tinha antes de um grande acidente ter acontecido. Detesta Joe com todas suas forças, não podia ver os dois juntos que já sabiam que iria vim briga,

Joseph ou como prefere só Joe, 17 anos não pode ser considerado qualquer garoto, ele era O Garoto, a escola o idolatrava por tudo que fazia. Seu corpo chamava a atenção de qualquer garota, qualquer uma se arrastaria aos seus pés. Um grande acidente fez com que ele se fechasse de tudo e todos. A partir disso, odiava ouvir ou ver Demetria a culpada pelo acidente (para ele).

Sexta-feira, dia em que a rotina de qualquer um saísse do lugar e para Demetria não seria diferente. Agora às 17 horas, quando o pais de Demi chagaram tudo iria recomeçar como sempre foi.

-Sobe para SEU QUARTO AGORA_sua mãe ja estava ficando estressada.
-Não, não vou_ comecei a gritar,
-Abaixa o tom de voz, você esta nas minha casa_ falou seu pai segurando seu braço forte-Tudo que está acontecendo aqui é por culpa SUA.
-Sempre é isso, não tem outro motivo. SEMPRE, quer saber de uma coisa_fez uma pausa-Eu ja estou CANSADA, CANSADA DE TER QUE ATURAR VOCÊS.
-ENTÃO VAI EMBORA SUA INÚTIL.

Demi com o coração subiu rapidamente para o seu quarto, pegando uma mochila e enchendo de roupas e em uma bolça colocou alguns acessórios e um par de chinelo. Avistou seu violão ao lado da sua cama e o pegou. Caminhou ate a porta e olhou uma ultima vez para ele.
-AONDE VOCÊ PENSA QUE VAI?
-Eu não penso, eu VOU.

Quando fechou a porta, uma chuva horrível estava caindo, queria entrar em sua casa, mas seu orgulho era maior e não iria fazer isso.
Sem fazer barulho foi para parte de traz da casa colocando seu violão e a bolsa onde estava alguns acessórios, em um tipo de depósito. Sabia que ninguém iria ali mais, e no dia seguinte mesmo iria pegar. Apenas com sua mochila, saiu no meio da chuva molhando seu corpo, tendo um pequeno choque, entre seu corpo quente e aquecido com a chuva fria.

Vagou pelas enormes ruas de Los Angeles, carros passando a roda com toda velocidade em poças que se formaram.
-QUE PORRA, OLHA POR ONDE ANDA_mostra o dedo meio para os motoristas.

Continuou andando até que uma pergunta se formou em sua mente: Para onde ela iria?
Não sabia para onde iria, não tinha amigos, seus familiares moravam em outras cidades ou outro pais, então aonde ficaria? A única pessoa que morava perto de onde ela estava, era a casa da pessoa que ela menos queria ver, mas teria que ser ele.
Quando avistou a enorme casa, quer dizer mansão, ficou um pouco tranquilizada, mas seu corpo começou a ficar pesado.

Tocou a campainha uma vez, mas não obteve resposta, tocou de novo e nada aconteceu. Logo na terceira tentativa, a porta se abriu.
-Demi?
Sua visão embaçou por completa, e sentiu seu corpo cair como uma fruta que já estava madura na árvore.
Genteeee, que saudade
Eu quero pedir milhoes e milhoes de desculpas por nao postar durantes quase um mes (ou ate mais). Eu estava internada com pneumonia por quase duas semanas e tive que ficar de repouso. E o pior é que durante esse tempo minha melhor amiga começou a praticar bulimia, eu me senti horrível por nao estar com ela, pois estava no hospital.
Estou tendo que ficar todos os dias pegando matéria da escolar e isso esta acabando completamente comigo, Mas irei fazer de tudo para postar OK.
Espero que entendam.

Vou começar uma nova fic pista da pelo cel, nao pelo computador.
bjusssss!!

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Oiee,
como estao??
Booooom, eu sei que nao estou postando a fic Two Piece, mas e pq eu posto ela pelo pc, e como eu disse anteriormente meu pc estragou entao nao postei ela. Durante esse tempo estava escrevendo a mini fic Not Paradise pelo celular (e vou terminar em breve).

Enfim, gostaria de saber se para quem esta lendo meu blog, quer que eu continue postando a mini fic. E pelo menos tenha um comentário nos capitulos, OK??





Capitulo 17

Assim que a pizza chegou Joe trouxe para a sala e eles começaram a assistir a um filme de desenho que John gostava. Depois de muito comer e tomar refrigerante John adormeceu abraçado na cintura de Demi, Joe o levou para dormir enquanto Demi se dirigiu a suíte da cobertura se preparando para dormir. Aquela cena se repetia varias e varias vezes em sua mente, ali debruçada sobre o parapeito ela chorava e refletia. Joe chega a abraçando por trás e só então percebe que ela chora. —Demi esta tudo bem? Por que esta chorando? Eu falei alguma coisa? Ainda esta zangada.

—O John me chamou de mãe.—Chamou? –Sorri.—Eu... Não sei como devo me sentir... Eu só tenho vontade de chorar! Eu sou tão "manteiga derretida".—Ele gosta muito de você. Ele é um garoto carente de carinho de mãe e viu em você o que ele tanto procurou. —Como pode ter tanta certeza? 

—Por que eu senti o mesmo. Eu amei você, eu amo! Se ele não tivesse lhe chamado teria sido uma surpresa muito grande pra mim.—Eu vou chorar de novo. –O abraça chorando com a cabeça encostada em seu peito. —Tudo bem. –Afaga suas costas.—Eu dei uma revista play boy pra ele ler. Acha que sou um bom exemplo? –Joe ri.—Ele é um garoto e bem... É uma maneira diferente de ensinar. –Beija sua testa. —Você é incrível.—Você sabe exatamente o que uma mulher quer ouvir. 
—Errado. Eu sei o que você quer ouvir! –Ela se acalma e olha em seus olhos, Joe sorri. —Eu também te amo. –Demi ri e fica na ponta dos pés para beija-lo, foi um beijo bem calmo e aos poucos foi se intensificando Joe se separar ofegante. —Joe... –Ela ofega com sua testa colada na dele.—Sim Demi, vamos fazer amor. –A pega no colo como se pega uma noiva e a carrega para dentro do quarto fechando a porta da varanda com seu pé.—Você é maravilhoso Joseph. 
—Eu adoro quando você fala meu nome. –A coloca sobre a cama. —Sussurra pra mim. –Fica entre suas pernas.—Joseph. –Sussurra ao pé de seu ouvido fazendo-o morder o lábio com sua voz tão rouca de necessidade ao pé de seu ouvido. Ele desliza as mãos por suas pernas até chegar ao botão de seu short, o escorregando rapidamente pelas pernas de Demi ele joga para trás voltando a beijar seus lábios de forma quente. 

As mãos de Demi estavam na barra de sua regata e ela puxava para cima com certa dificuldade, Joe a ajudou puxando de vez para cima jogando para o lado em seguida. Sobre a cabeceira o celular toca, ele estica uma das mãos e pegando-o ele joga com força no chão. 
—Por que fez isso?—Foi uma noite conturbada, eu só quero me enterrar em você e esquecer tudo. –Acaricia seu rosto e Demi sorri segurando seu rosto entre suas mãos e beijando seus lábios em seguida.—Eu amo você.—Eu não vou me cansar nunca de ouvir isso. 
—E eu não vou me cansar de dizer. –Arranha levemente suas costas enquanto ele abre seu sutiã. Massageando e beijando seus seios ele lhe arranca gemidos altos de prazer, Demi aperta seus cabelos entre os dedos... Céus que homem! —Joseph! –Ele faz uma trilha de beijos descendo um pouco abaixo de seus seios, beijando sua barriga sentindo ela se contrair ele continua descendo passando sua língua em volta de seu umbigo.  —Você consegue ser incrivelmente quente e surpreendente ás vezes Sr. Jonas. 
—Eu sei amor. Esse é o efeito que você tem sobre mim, faz com que eu queira te surpreender cada vez mais. –Retira a peça chave que faltava, os olhos dele se escurecem. —O que vai fazer? –Pergunta sussurrando em seguida arqueando uma sobrancelha.—Deite a cabeça para trás e relaxe querida. –Lhe da um beijo rápido, lhe da um sorriso travesso e abaixa a cabeça em meio a suas pernas. Ela agarrou o lençol e gritou.
—JOE!—Shhh... Estou apenas começando.  
—Ó. –As pernas dela começam a tremer. —Seu gosto é tão bom querida.—Joe. –Ela o puxa pelos cabelos e ofega. —Agora! –Ele ofega sorrindo. —Agora. –Sussurra beijando seu peito. —Tudo bem. Como sempre... Curta, grossa, objetiva e incrivelmente sexy.—Eu esperei tempo demais por você apenas... –Ele acaricia sua bochecha e sorri novamente abrindo-o melhor as pernas de Demi antes de se afundar nela. 
—Céus! –Joe exclama assim que Demi grava as unhas em suas costas, ele apoia suas mãos na cabeceira da cama enquanto se movimenta assim ele tem uma visão melhor do rosto de sua amada.—Você é tão linda.—Ó. –Ela morde o lábio reprimindo seus gemidos altos.—Pode gemer pra mim amor, os quartos são a prova de som. –Inclina-se para beija-la. —Vou aceitar aquilo como um obrigado. –Beija suavemente seus lábios.—Rápido. –Sua voz sai rouca e seus olhos brilham em meio á escuridão. —Como você quiser querida. –Movimenta-se mais rapidamente. Alguns minutos depois eles atingem o ápice juntos e Joe puxa Demi para seus braços.  
—Hm...—Hm... O que? –Demi beija seu peito enquanto Joe lhe acaricia as costas.—Hm... Foi bom.—Hm... Foi muito bom. –Demi beija seu peito novamente e ele sorri a observando atentamente. —O que foi?—Depois que tudo isso passar vou apresenta-la a minha família. –Morde o lábio. –Eles vão adorar conhecer você.—Eu adoraria.—E a sua?—Eu... Sai de casa ainda bem cedo... Tínhamos um grande problema de convivência. –Se agarra mais a Joe que acaricia suas costas novamente, ele entendeu que não deveria prosseguir. 
—Tudo bem. –Beija sua testa. —Agora eu sou sua família.—Você é um amor Joe.—Seu amor.—Meu. –Morde sua bochecha e sorri.
 
Ainda naquela madrugada John teve um pesadelo e procurou por Demi no quarto, levantando as pressas ela vestiu a camisa de Joe e sua peça intima.—Você esta bem bebê? –Se sentou ao lado dele e beijou sua testa.—Acho que sim. –Se agarrou a cintura dela. —Você esta cheirando a Joe Jonas. –Sorri. —Agora você é namorada do papai?—Sim. –Acaricia seus cabelos e ele ronrona. —Você cuida tão bem de mim. –Beija a mão dela. —Eu gosto tanto de você Demi. 
–Ele tem lagrimas nos olhos.—Não chore. Eu também gosto muito de você.—Mais você chorou quando eu chamei você de mãe.—Ninguém nunca me chamou de mãe e eu me emocionei. Fiquei feliz por isso.—Posso chamar outra vez?—Quantas vezes você quiser. –Sorri. —Eu te amo gatinho. 
—Eu também te amo mamãe.—Quer me contar sobre o pesadelo? –Ele nega.—Esta tudo bem. Lembre que são apenas sonhos ruins e eles não podem machucar você. –Ele assentiu e Demi o ajeitou na cama. —Agora quero que feche os olhos e pense em coisas boas, assim você dorme rapidinho. –Beija-lhe a testa.—Valeu. –Boceja e Demi ri baixinho.—Não tem de que. Tenha uma boa noite querido. –Sai. 
~Dia seguinte
Como de costume Joe tinha a cabeça enterrada no pescoço de Demetria e os dois dormiam tranquilamente até John começar a pular na cama tentando acorda-los.  —John pare de pular!—Acorda pai! Eu quero comer!—Eu estou com sono. –Resmunga cobrindo a cabeça.—John desce da cama amor. –Demi pede com a voz fraca ainda afetada pelo sono, ele obedeceu e se deitou de frente com ela. —Bom dia.  
—Bom dia. –Lhe da um selinho.—Menino beijoqueiro. –Demi lhe fez cocegas.—Essa boca é minha ouviu John?! –Joe resmunga.—Eu pensei que a mamãe nem tinha mais boca.—E por que eu não teria? –Demi franze o cenho.—Por que eu já vi meu pai comendo ela varias vezes. –Dá de ombros e Demi cai na risada levantando-se com ele. 
—Ok... –Ofega. —Você venceu! Eu já estou de pé. –Coloca John no chão ele vai até os pés da cama e com força puxa o único tecido que cobria o corpo nu de Joe. ~*o*~—JOHN!—Foi mal!—Isso que é um colírio pros meus olhos. –Demi sorri maliciosamente e Joe cobre com um travesseiro, ele estava corado.—Eca! –John faz careta. —Nunca ouviu falar em pijama? –Faz careta novamente e tapa os olhos. —Por que estava pelado com a mamãe na cama?—Por que eu senti calor de noite. —Adultos. –Revira os olhos e sai marchando. —Espero vocês na cozinha... Com roupa de preferencia papai! 

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Capitulo 16


—É um lugar bem grande. –Demi observa. —Olha pai, meus brinquedos ainda estão aqui. –Corre atravessando o hall indo diretamente para a sala.—Fique a vontade. –Pendura o casaco. —Vou tomar banho. –Sai andando sem esperar uma resposta, Demi suspira e mexe a aliança em volta do dedo inquieta, ela tem uma súbita vontade de chorar, se sentindo um pouco desnorteada ela caminha até a cozinha e bebe um copo d' agua com a mão tremula. Ela não suportaria a ideia de perder Joe! 

Ela não deixaria que Wilmer estragasse seu relacionamento com Joe com suas ameaças baratas e suas chantagens em relação ao passado dela com ele! Sentindo-se um pouco melhor ela caminha até o quarto seguindo o som da ducha, ela entra sem fazer barulho e abre a porta vendo-o de costas, tão lindo. –Demi suspira. Retirando os sapatos devagar ela se despe e entra o abraçando por trás Joe sobressaltou assustando-se. 
—Ei! –Diz baixinho. —Não pense nas coisas horríveis que ele disse. –Beija suas costas.—Eu não estou pensando.—Você foi frio comigo. Está zangado?—Não. Não foi minha intensão agir assim com você querida. –Fica de frente com ela e acaricia sua bochecha molhada. —Depois do que ele me disse... Eu sei lá... Eu pensei em vocês e... Eu juro que não foi intencional. —Eu sei. –Acaricia seus braços molhados.  
—Sabe? –Ela coloca o dedo indicador nos lábios dele.—Eu vou fazer você esquecer. –Tira o dedo e sorri antes de beija-lo de forma calma e apaixonada, Demi o empurra de leve contra a parede fazendo-o escorregar com ela até se sentarem no chão. —Hm... Demi. –Diz entre o beijo sendo interrompido em seguida por Demi.—Shhh... Não estrague o momento.  –Morde seu lábio inferior. Joe puxa de leve seus cabelos para trás fazendo-a se inclinar para trás, com uma das mãos ele toma um de seus seios chupando e mordiscando.—Joe!—Baixo Demi. –Estava tão bom, ele não queria interrupções. 
—Eu quero você agora! —Eu estava me divertindo. –Faz uma carinha de piedade. —Talvez não devêssemos brincar. Não agora! —Apenas baunilha?—Apenas baunilha. –Beija seus lábios suavemente. (50 tons me inspirou >.<) 
—Então baunilha é o que você terá. –Beija seus seios delicadamente. Sentando-se numa posição mais favorável Demi o trás para dentro de si. Ele morde o lábio reprimindo um gemido.—Não reprime. –Beija seu lábio inferior. —Eu quero ouvir você. –Ela sobe e desce lentamente fazendo-o delirar e gemer seu nome. 
—Ó Demetria! –Coloca as mãos em sua cintura apenas acompanhando seus movimentos. Beijando os lábios de Joe ela começa a se movimentar mais rapidamente. —Céus! –Aperta com força sua cintura.—Jo-seph. –Gemeu.—Papai! –John bate na porta do banheiro e Demi se afunda em Joe.—Ó! –Grita e Demi abafa com a mão. —Relaxa. –Movimenta-se bem devagar.—Eu preciso abrir. –Diz sussurrando. 
—Não nesse estado. –Lhe da um beijo rápido. —Só um minuto gatinho a gente já vai.—O que faz ai dentro Demi?—Coisas de adulto.—Adultos são tão sem graça. –John resmunga. —Eu mando o tio Zac ligar depois. —Manda ele ir se... –Joe tapa sua boca.  
—Hm... –Demi resmunga.—Temos pendencias. –Joe bate em sua coxa e ela gemeu arregalando de leve os olhos. —Continua. –Diz suplicante.—Continuo. –Morde seu lábio. Joe arranha de leve a pele do quadril, as pernas de Demi tremem mais ela continua chegando ao ápice com Joe minutos depois.—John? –Joe chama assim que sai do banheiro.—Na sala. –Joe caminha até lá.—O que Zac queria?—Disse uns caras foram atrás de você no trabalho. 
—Que caras? –Demi abraça Joe e John os observa sorrindo.—Os tiras.—Tiras? —Tiras. Policiais. Bang bang! Eu hein papai. –Da de ombros. —Ele disse que descobriram sobre a Demi.—Droga! Só era o que me faltava. –Joe soltasse de Demi e anda de um lado pro outro. —Aquele cara só pode! –Resmunga xingando Wilmer.—Joe mantenha á calma, por favor!—Hãn?! Vai defender ele agora?! 
—Eu não estou defendendo ninguém. Só quero que fique calmo. –Por que diabos ele estava tão nervoso?—Esta sim! Se não estivesse não fugiria do assunto. Afinal de que lado você esta?—Do seu, mais parece que falar com você é o mesmo do que falar com um asno!—Eu sou o asno? –Ri irônico. —Se eu não sou homem o suficiente pra você... Fala!—Para de gritar! –John começa a se debater no sofá com os olhos marejados.  
—O que tá havendo Joe?—Ele tem asma! –Sai correndo a procura da bombinha.—Ei! Olhe para mim. –Acaricia seu rostinho delicado. —Vai ficar tudo bem, olhe nos meus olhos e fique calmo. Respire. –Ele se acalma mais continua a ofegar, Joe aparece com a bombinha do garoto que pega com as mãos tremulas e leva até a boca.
Joe e Demi ficam em silencio.
—Eu não quero que vocês briguem. –Se agarra a cintura de Demi. 

—Não estamos brigando. –Joe coça a cabeça.—Não? –Demi diz incrédula.—Desculpe eu estou nervoso com tudo isso.—Você e a aquela outra começaram assim! –John se referia a Ashley.—Desculpe John. –Acaricia suas costas. —Não vai mais acontecer. —Promete?—Prometo. 
—Eu quero pizza. –Ele faz biquinho.—Eu vou comprar.—E um refrigerante também. –Pisca os olhinhos.—Um refrigerante saindo. –Joe estala os dedos levantando-se.—E peça desculpas pra Demi. –Demi sorri vitoriosa.—Desculpas amor. –Demi suspira.—Tudo bem.—Eu sou um idiota.—Sim você é. –Joe arregala de leve seus olhos. —Mais eu amo você idiota e não estou zangada.—Também amo você. –Joe se inclina para beija-la e John fecha os olhos fazendo careta, eles se beijam.—Já acabou? Eu disse desculpas e não essas nojeiras. –Faz bico e eles riem ainda entre o beijo. —Para! –Separa os dois. —Eu sou uma criança e vocês estão me traumatizando. –Faz biquinho. 
—Desculpa causar trauma em você gatinho. Não vai acontecer. –Lhe da uma serie de selinhos e ele limpa com a boca com a mão gritando em protesto provocando um ataque de risos em Demi.—Eu vou pedir a pizza. –Joe sai rindo.—Eca!—Eu fiz isso por que gosto muito de você, gatinho.—Eu também gosto muito de você mamãe. —Passa os braços em volta do pescoço de Demi que por alguns segundos ficou paralisada. Determinada a honrar este novo nome ela o abraçou enquanto algumas lágrimas corriam soltas por seu rosto.
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Capitulo 15

*Ligação de Demi On*
 

—Trabalhar até tarde é um saco!
—Eu que diga isso!
—Você não trabalha. –Joe diz como se fosse obvio.
—Mais sinto sua fal-ta.
—Você esta bem?
—Apenas comendo. E você?
—Entrando no carro... Espere. –Joe entra no veiculo fechando a porta colocando a chave no contato ele se inclina para dar partida sentindo algo bater se leve contra sua cabeça ele se vira e empalidece com...
 

—Quem é você?  -Havia um cara no banco de trás com uma arma apontada para Joe.
—Joe? –Demi chama ao telefone e ele ignora já que esta com o fone.
—Calado eu faço as perguntas.
—Droga Wilmer!
—Wilmer?
 

—Já ouviu falar de mim? –Ri irônico. —Bem eu espero.
—Eu... Eu...
—Não olha pra mim! Olha pra frente! –Joe obedece. —Por que esta se metendo com a Demi?
—Não estou me metendo, estou ajudando.
 

—Mentira. –Wilmer bate a cabeça de Joe contra o volante. —Eu acho bom você não reabrir esse caso!
—Droga! –Balança a cabeça.
—Ajudando? Como? Dormindo com ela? –Ri. —Você tem de cair na real branquelo! Ela só tá na sua por que você tem o que ela tanto precisa. Aposto que ela te chupou!
—Canalha! –Demi grita.
 

—Hein? Responde!
—Não lhe devo satisfação.
—Só vim dar um recado. –Encosta a arma na cabeça de Joe. —Se você ama seu filho branquelo, fica longe da Demi ou eu dou um jeito nele e pego você! -Bate a cabeça dele contra o volante novamente, abrindo a porta ele se prepara para sair. —Ou quem sabe eu não de um jeito em você agora. –Ri irônico.
 

—NÃO! –Demi grita. Joe rapidamente liga e breca o carro para trás, num cavalo de pau ele faz com que Wilmer caia do carro e ela sai cantando pneus do estacionamento totalmente tremulo. —Joe? Amor o que houve?
—Arruma as coisas do John e as suas..  Agora e saia dai!
—Joe...
—Faça o que eu mando e esteja pronta assim que eu chegar não é seguro continuarmos ai.
—Ok. Vou fazer isso.
—Por favor.
—Eu te amo.
—Também amo você, agora vá.
*Ligação Off*
 

Em alguns poucos minutos ele para o carro em frente a sua casa, Demi vem dada de mãos com John. Eles rapidamente entram e Joe arranca.
—Você esta bem?
—Acho que sim... Minha vida passou bem diante de meus olhos.
—Eu não sei o que dizer.
—A culpa não é sua... Ele é louco. –Aperta-lhe de leve a coxa. —Vamos ficar bem ok?
—Ok.
 

—Ele me disse para não reabrir o caso.
—Ele armou pra mim só pode. –Suspira frustrada. —Não acredito que ele fez isso comigo.
—Não vamos colocar banca. –Demi olha para ele. —Você me deixa sem eira e nem beira.
—Foi á coisa mais bonita que alguém já me disse sabia? –Seca uma lágrima que teima em escorrer e Joe sorri fraco para ela.
—Para onde vamos papai?
 

—Pro nosso antigo apartamento.
—Você tem um apartamento?
—Uma cobertura, bem... Na verdade é do meu irmão mais velho mais ele mora em Los Angeles então ele deixou por minha conta quando foi embora. –As mãos de Joe ainda tremiam pela adrenalina que passava por todo seu corpo, aquela sensação de pânico ainda percorria suas veias e ele mal falou no restante do caminho. 


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Capitulo 14

Demi passou aquela noite quase que em claro, mesmo com Joe ali abraçado a ela não foi o suficiente para que ela não pensasse na besteira que Wilmer era capaz de fazer com Joe ou até mesmo com John.
Quando o dia raiou Demi se levantou com cuidado e desceu até seu quarto se arrumando rapidamente, de volta ao andar de cima ela escreve um bilhete e deixa sobre a mesa. Boné na cabeça hora de encarar o perigo! 

O trajeto que antes levava duas horas de busão pareceu passar num piscar de olhos e logo ela estava em seu bairro, algumas pessoas passavam e a cumprimentavam com um toque de mãos. Ela caminha pela calçada até chegar á casa de Wilmer, como de costume ele sempre tinha subordinados, seus seguranças eles a barraram de imediato. 
—Onde a mocinha pensa que vai?—Da o fora! O Wilmer quer me ver!—Da parte de quem?—Demetria seus manés! –Mostra o dedo do meio. Bufando ela cruza os braços. Os dois se atrapalham para abrir a porta para ela, ninguém era louco de mexer com a "mina do Wilmer".—Ela disse que você queria ver ela. –Um deles segura o braço de Demi. 
—Falou certo. –Solta a fumaça do cigarro que fumava. —Solta! –Wilmer ordena. —Tá limpo. Saiam! –Aponta pra porta. —Mais ninguém entra aqui! –Eles saem.—O que você fazia na casa do Joe?—Eu faço as perguntas!—Uma ova! –Bate as mãos sobre a mesa Wilmer arregala de leve os olhos. Você não manda mais em mim! Nós sabemos muito bem o que você viu lá. 
—Sim eu vi você e outro lá. E dai?—E dai que eu quero que fique longe dele!—Você já estava com ele antes? Sou corno á quanto tempo? –Pergunta com ironia.—Não claro que não foi algo... Recente.—Hm... Recente né vadia?! Você dormiu com ele depois que eu me mandei de lá não foi?! Com todo aquele papo de amor como se você fosse a garota mais inocente da face da terra. –Ri.—Pare com isso você não sabe de nada!—Você se esqueceu quem te tirou da sua casa? Se esqueceu de tudo que eu fiz por você? Se esqueceu de quem te tirou daquela casa onde só haviam uma bêbada drogada e um covarde que abusou da própria filha?? 
—CHEGA! –Demi soluça e Wilmer balança a cabeça rindo. —Eu só vim aqui perder meu tempo não foi?! Esquece... Eu não quero mais ver você na minha frente! Fique longe deles é apenas o que eu vim pedir eu ainda tenho contatos... Mato você se chegar perto deles! –Sai.
Joe fica atordoado com o bilhete de Demi. O que seria tão importante? Por que ela não esperou que ele acordasse? Wilmer. Foi a única resposta para a pergunta. Ele já andava de um lado pro outro na calçada, ele havia mandado John pra casa do vizinho para brincar. 
 
—Joe. –Demi toca seu ombro e ele se vira para encara-lo.—Demi? –O rosto dela estava inundado de lágrimas e a única coisa que Joe pode fazer foi abrir os braços para abraça-la.  —Amor o que houve? –Ela soluçou. —Onde você foi?—Ele me disse coisas horríveis. Coisas horríveis sobre o meu passado! –Balança a cabeça. —Ele me machucou Joe.—Vai ficar tudo bem.  —Eu não quero que ele machuque você. –O choro intensifica. —Eu não sei o que faria sem você.—Shhh... Vamos entrar ok? Vai ficar tudo bem, ele não vai me machucar. –A toma em seus braços e a leva para dentro. Se sentando no sofá Joe a trás para seu colo, ela coloca a cabeça sobre o peito dele e chora, Joe apenas afaga suas costas na tentativa de acalma-la. 
—Eu juro que não rolou nada. –Disse baixinho.—Eu acredito em você. —Ninguém nunca acreditou. —Eu acredito. Não importa os outros, apenas eu e você tudo bem?—Ok. –Joe segura delicadamente seu queixo erguendo o rosto dela ele se inclina e beija seus lábios delicadamente, era calmo e cheio de carinho. Aos poucos Demi foi se acalmando até parar de chorar de vez. 
—Me desculpa. –Balança a cabeça.—Esta tudo bem contanto que não sai mais assim sem me avisar. Eu fiquei preocupado!—Eu sei me cuidar. –Joe pega uma de suas mãos e beija seus dedos.—Hm... Eu não imagino alguém com mãos tão delicadas batendo em alguém.—Se surpreenderia com as minhas capacidades. –Morde sua bochecha. —Pensei que hoje você iria trabalhar.—Mandei Zac cuidar das coisas hoje. Acho que ele sobrevivera um dia sem mim. –Faz careta. —Sim talvez ele sobreviva mais... Dane-se já era seu celular e ele não vai te incomodar. –Ri e beija Joe.—Hm... Isso é verdade e eu sou grato a você por isso. Assim ninguém nos incomoda hoje.  
—Assim que se diz. –Passa seu nariz no dele e suspira. —O que vamos fazer hoje?—Vamos comprar nossas alianças. –Sorri. —Quero que todos saibam que você é minha.—Eu pensei que fosse... Papo de bêbado. –Balança a cabeça como se não acreditasse e sorri.—Relaxa são alianças de compromisso... Por enquanto. –Demi sorri largamente.

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